Novembro 9, 2009 por poloservicos
Fim de ano chegando. Um pouco mais de dinheiro no bolso. E aquela vontade de dar uma renovada aparece com tudo. Uma boa hora de repintar a casa e dar um novo ar aos ambientes. Mas sem esquecer de dar a destinação correta aos resíduos de tinta que porventura sobrarem.
Cuidar da destinação adequada dos resíduos é uma preocupação cada vez mais freqüente e que tem por objetivo a preservação do meio ambiente. Na construção civil não é diferente. Reformas, sejam elas pequenas ou grandes, estão inclusas nesta categoria. Então, ainda que você só vá pintar sua casa, deverá se preocupar com a correta destinação dos resíduos de tinta.
Por isso e também para evitar desperdícios e gastos desnecessários, antes de começar, procure determinar a quantidade de tinta necessária para realizar a tarefa. Como? Meça a área a ser pintada e informe-se sobre o rendimento da tinta consultando a embalagem ou o fabricante.
Trabalho iniciado lembre-se de, um dia para o outro, manter sempre as latas bem fechadas evitando assim o ressecamento. Também é preciso limpar bem a volta da tampa e as bordas da lata e conservar as ferramentas em uso limpas, deixando pinceis, por exemplo, imersos em solvente específico para o tipo de tinta utilizado.
Procure aproveitar todo o conteúdo da embalagem usando uma espátula para raspar a lata já que depois de aberta a tinta dura pouco. Mas se ainda assim houver sobra de material aproveite para fazer uma doação. Se preferir misturar tintas para dar outra destinação lembre-se de respeitar as características de cada produto, ou seja, não misture tinta à base de água com as a base de solvente.
E falando em solventes, as sobras devem ser guardadas em recipientes bem fechados para evitar a evaporação. Esta precaução permitirá a reutilização do produto em uma próxima obra. E os que forem utilizados para limpeza dos materiais de pintura deverão ser guardados para a diluição de tintas similares.
Não jogue restos de tinta no esgoto, pois isso afetará o lençol freático contaminando os rios. Resíduos de tinta seca devem ser direcionados as áreas de transbordo e triagem ou a pontos de coleta licenciados.
Preocupar-se com a correta destinação dos resíduos é uma demonstração de responsabilidade social e de respeito ao meio ambiente. Compre esta ideia e ajude a promover a reciclagem na construção civil. Sua casa ficará muito mais bonita pensando verde.
Para saber mais:
Resolução Conama
Cartilha Abrafati
http://www.cetesb.sp.gov.br
Tags: acabamento, casa, fachadas, paredes, Pintura, Reforma, residuos de tinta, solvente, tinta, verniz
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Outubro 31, 2009 por poloservicos

Diminuir o consumo de energia elétrica está na ordem do dia. O governo acaba de anunciar a prorrogação do IPI reduzido para a linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) condicionado aos produtos de menor gasto de energia e a ANEEL, Agência Nacional de Energia Elétrica, estuda um novo tipo de tarifação que incentive a população a economizar.
A redução do IPI para a chamada linha branca até Janeiro de 2010 privilegia os produtos com menor consumo de energia. Aqueles identificados com o selo contendo a letra “A”. As geladeiras com este selo terão uma alíquota de 5% e os tanquinhos ficam livres da alíquota. Já as máquinas de lavar ficam com alíquota entre 10% a 20% e os fogões de 2% a 4%. E abraçando também a causa a ANEEL estuda uma nova forma de tarifação para o consumo de energia elétrica.
A idéia é incentivar a economia de energia através da criação de faixas de consumo ao longo do dia. Ou seja, dependendo da hora em que a máquina de lavar ou o ferro de passar, por exemplo, forem utilizados, a conta de luz no final do mês poderá ficar mais cara ou mais barata. Como o estudo ainda não está concluído, a ANEEL ainda não definiu quantas faixas serão criadas e nem os valores que serão atribuídos a cada uma.
A mudança é bem vinda e prevê uma redução no consumo na ordem de 15%. Mas isso significa mudanças na sua casa. Não só de hábitos como também de sistema já que você precisará trocar seu atual medidor de energia elétrica. Mas nada de pânico. A mudança anunciada só deverá entrar em vigor em 2011.
Se você ainda não aderiu ao consumo consciente de energia elétrica não precisa esperar até 2011. Aproveite a chance e comece agora. Você tem bons motivos para isso.
Fique de olho no selo:

Tags: casa, consumo de energia, economia, Elétrica, energia, IPI, linha branca, medidor de energia elétrica, selo procel, tarifação
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Outubro 27, 2009 por poloservicos

Quem tem ido às compras de material elétrico já percebe que está cada vez mais difícil encontrar tomadas bipolares. Isso está ocorrendo porque no final de 2009 termina o prazo de substituição dos plugues atuais, dado aos fabricantes de produtos pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial ( Conmetro), para entrar em vigor o padrão definido para plugues e tomadas. Ao invés dos atuais dois pinos as tomadas deverão, além de ter formato hexagonal, possuir três pinos para conexão dos novos plugues.
As mudanças mais drásticas serão percebidas a partir de 2010 quando geladeiras, máquinas de lavar roupa e microondas deverão sair de fábrica com o plugue de três pinos em formato hexagonal. Com isso se fará necessário a troca das tomadas, caso as que forem usadas para conectar estes aparelhos não estejam no mesmo padrão, ou então lançar mão do uso de adaptadores certificados pelo INMETRO, pois os sem certificação podem provocar acidentes.
A definição do padrão visa diminuir os riscos, para o usuário, de choques elétricos por contato com os pinos, a sobrecarga na instalação elétrica, o desperdício de energia por dissipação de calor e a unificação dos plugues utilizados hoje que possuem mais de dez diferentes configurações. Isso altera o disposto na ABNT brasileira que, ao ser criado, levou em consideração a conexão com os plugues existentes que permitem o encaixe de 80% dos aparelhos elétricos.
As novas tomadas e plugues têm a função de aterrar os equipamentos eliminando o risco de choques, principalmente em crianças, propiciam a adaptação das diferentes voltagens existentes no país e ajudam na sustentabilidade ao combater o desperdício de energia.
Mas você não precisa correr e trocar todas as tomadas de sua casa. A mudança deve ser feita à medida que você sentir necessidade já que a maioria dos plugues de dois pinos presentes nos eletrodomésticos fabricados aqui no Brasil estão dentro do padrão e são compatíveis com as novas tomadas.
Se você pretende construir lembre-se que, de acordo com a Lei 11.337 de 26 de julho de 2006, todas as novas edificações precisam ter o aterramento da rede elétrica. Então na hora de escolher as tomadas opte pelas já padronizadas. Você estará, não só, respeitando a legislação como também construindo uma casa com istalações mais seguras. E caso sua residência possua mais de vinte anos, aproveite a ocasião para fazer uma revisão de todo o sistema elétrico garantindo, assim, a segurança de todos os moradores.
(foto Época)
Para saber mais:
http://www.inmetro.gov.br/pluguesetomadas/duvidas.asp
Comercial do governo divulgando o novo padrão:
http://www.youtube.com/watch?v=WLmlEUwEL9s
Tags: adaptadores, aterramento, casa, choque, Elétrica, energia, plugues, rede elétrica, sistema elétrico, tomadas, voltagem
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Outubro 19, 2009 por poloservicos

Classificada como uma das patologias da construção civil a infiltração, quando dá mostras de que está ocorrendo, provoca um visual desagradável e alerta para a possibilidade de que algo ainda mais grave possa estar por trás daquelas terríveis manchas, como o comprometimento das estruturas.
Tudo começa quando a água existente nos espaços vazios do solo, ao procurar espaço para fluir, se movimenta para dentro da construção fazendo aparecer àquelas manchas típicas de umidade.
Este é um processo natural no curso d’agua. E costuma estar associado a construções feitas encostadas em pedras, em terrenos em aclives ou em paredes e pisos em contato direto com solo. Mas infiltrações também podem ter causas provenientes de tubulações hidráulicas ou devido a chuvas intensas.
Seja como for, o resultado é sempre terrível. Aspecto sujo e de descuido, mofo, manchas, bolhas e cheiro de umidade. E tudo o que você quer é se livrar disso. Porém, cuidado. Não vá cair na tentação de pintar a parede para melhorar o visual. Isto é perda de tempo e, claro, dinheiro porque você não estará resolvendo, mas simplesmente mascarando o problema. Tampouco pense em colocar placas de acrílicos ou revestimentos cerâmicos. Mais uma vez isso é apenas paliativo. Você ganhará um pouco mais de tempo, mas um belo dia vai constatar que não resolveu nada. E pior, o problema pode ter se agravado.
O primeiro passo, após identificar o problema, é descobrir sua causa. Se manchas ou bolhas estão aparecendo no meio da parede ou no forro são indicação de infiltração por tubulação hidráulica. Se aparecerem em rodapés subindo até mais ou menos um metro de altura indicam umidade proveniente do solo.
A solução pode estar na correta impermeabilização da superfície ou na drenagem que significa coletar, conduzir e descartar a água em um lugar adequado. E o recomendado é fazer a impermeabilização em todas as áreas frias da edificação como banheiros, cozinhas, áreas de serviço, sacadas e floreiras, principalmente em prédios.
No caso de casas ou outros tipos de imóveis o ideal é tomar todos os cuidados para prevenir futuras infiltrações ainda na fase da construção. Isso não só evitará transtornos, no caso do aparecimento em pisos e paredes, com reforma, bem como com o custo total do serviço.
Cuidar da correta intervenção na solução do problema garantirá a não só a estética como, principalmente, a segurança e a estabilidade da edificação ajudando a reduzir custos com manutenção. Mas não esqueça que a qualidade da mão de obra empregada no serviço é fundamental.
Tags: água, casa, Chuvas, drenagem, impermeabilização, infiltração, mancha, mofo, parede, piso, solo, tubulação hidráulica, umidade
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Outubro 10, 2009 por poloservicos

Prepare-se. Vem aí a 39º edição do horário de verão brasileiro que de acordo com as novas regras fixadas pelo Ministério das Minas e Energia terá seu inicio sempre à zero hora do terceiro domingo de outubro, com término à zero hora do terceiro domingo de fevereiro do ano subseqüente, valendo para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
O horário de verão consiste em adiantar o relógio em uma hora (GMT 2:00) e tem por objetivo a economia de energia a partir de um maior aproveitamento da luz solar, já que no verão os dias são, significativamente, mais longos nas regiões mais distantes da linha do Equador. Com isso o Organizador Nacional do Sistema prevê a redução da demanda na hora do pico nas regiões Sudeste e Centro-Oeste em torno de 4,4%, 1790 MW e na região Sul de 4,6%, 528 MW. Para a carga de energia a expectativa de redução é de 0,5% para Sudeste, Centro-Oeste e Sul o que corresponde a 161 e 45 MW, respectivamente.
Além da economia de energia a implantação do horário de verão diminui os riscos de restrição de carga caso haja uma queda nas condições dos reservatórios de água que reduza a capacidade de trabalho das usinas geradoras. Também contribui para a preservação do meio ambiente ao evitar a poluição gerada pela queima de combustível fóssil na geração térmica de energia elétrica. E ajuda na melhora da qualidade de vida da população uma vez que com dias mais longos se ganha mais tempo para o lazer.
Apesar de tudo isso o horário de verão divide opiniões. Tem os que gostam e os que não gostam. Os que apoiam e os que acham que o ganho é insignificante. De qualquer forma se você está na turma dos que não gostam, antes de dizer que isso é coisa de brasileiro, saiba que o horário de verão foi cogiado pela primeira vez em 1784 por Benjamin Franklin e hoje também é adotado por países como Chile, Paraguai, México, EUA e Canadá para ficar só no continente americano.
Deixe de lado a marra e aproveite que você vai chegar mais cedo para ir ao parque, encontrar os amigos, curtir o sol e dar adeus aquele bronzeado escritório. Mas, se você vive em um lugar que não participa do horário de verão, atenção para a programação das emissoras de TV e para o horário dos bancos que podem sofrer alterações para se alinharem ao horário de Brasília. Aproveite o momento também para reforçar as ações de economia de energia aí na sua casa. Quando a conta da luz chegar você vai agradecer e o meio ambiente também.
Links interessantes para mais informação:
http://wwp.greenwichmeantime.com/ ( GMT)
http://www.ons.org.br/home/ (Organizador Nacional do Sistema)
http://www.mme.gov.br/ (Ministério das Minas e Energia)
http://www.aneel.gov.br/ (Agência Nacional de Energia Elétrica)
Tags: adiantar relógio, economia de energia, energia elétrica, GMT, horário de pico, horário de verão, relógio, restrição de carga, usinas, verão
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Outubro 5, 2009 por poloservicos
A empolgação passou. Você já desfruta do aconchego do seu lar e está feliz da vida. Aí um dia assim meio sem querer, olhando em torno e apreciando a obra que você produziu você se depara com uma “rachadura” e, claro, se desespera. Mas será mesmo uma rachadura? Não seria uma trinca ou quem sabe uma fissura?
Pois é. Isso, realmente, nunca sabemos direito pois, estamos acostumados a chamar tudo de rachadura. Mas, elas são diferentes. Requerem intervenções diferentes na sua solução e podem ser mais ou menos preocupantes. Então, vamos entender melhor isso.

Fissuras: Apresentam-se como aberturas finas e compridas, mas de pouca profundidade. Normalmente são superficiais atingindo a massa corrida ou a pintura. Portanto inofensivas. Apesar disto, nada bonitas ou agradáveis.
Trinca: É mais acentuada e profunda provocando a separação das partes. O que pode vir a ser indicativo de que algo grave pode estar ocorrendo. Por isso requer um estado de atenção.
Rachadura: Abertura grande, acentuada e profunda, também com divisão das partes e de gravidade acentuada uma vez que afetando a alvenaria e elementos estruturais como vigas, colunas e laje, por exemplo, comprometem a estabilidade da edificação tornando-se um risco à segurança dos usuários.
O aparecimento deste tipo de problema tem relação com a qualidade da obra, tanto dos materiais quanto da dosagem de argamassa e concreto, aplicação e a fatores externos como: oscilação de temperatura, infiltração, fadiga por cargas repetitivas e temporárias e fatores estruturais. Por apresentar causas diversas precisam de uma avaliação especializada para a correta intervenção e solução do problema.
Se a patologia detectada é apenas uma fissura estável a solução é mais simples. Mas fique atento pois, normalmente, tudo começa com uma fissura. Por isso é importante acompanhar para saber se ela se estabiliza ou não. Em caso negativo esta evolução levará a trincas ou rachaduras indicando a presença de uma enfermidade mais grave.
As trincas e rachaduras precisam de uma investigação minuciosa afim de preservar a segurança da edificação e, claro, de quem a utiliza. Por isso o ideal é chamar um engenheiro civil e solicitar um laudo técnico.
Para a elaboração do laudo técnico o engenheiro realizará um estudo das causas. Assim entenderá melhor o problema antes de definir a conduta a ser adotada para a solução do mesmo. E apontará, também, outras possíveis patologias encontradas, definindo as prioridades a serem sanadas. A partir disto você terá a segurança necessária para decidir o que fazer antes de reformar.
Garantias de que nenhuma destas enfermidades irão aparecer na sua edificação você não terá, mas é possível preveni-las fazendo, antes de construir, um bom projeto, um estudo do solo, usando materiais de qualidade, escolhendo mão de obra profissional competente e cobrando controle na execução dos procedimentos construtivos.
Tags: casa, coluna, edificação, Fissura, lage, laudo técnico, obra, patologia, problemas estruturais, rachadura, Reforma, segurança, trinca, viga
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Setembro 19, 2009 por poloservicos

Nossa casa é o lugar onde passamos a maior parte do tempo. Por isso deve ser um lugar prazeroso, confortável e acolhedor. Um lugar onde possamos nos sentir bem e, realmente, relaxar. Porém, na hora de decorar, entre tantas escolhas e decisões que vão da estética ao design, nunca ou quase nunca nos preocupamos com o fluxo energético que a composição final criará. O resultado é que nem sempre conseguimos compor um ambiente equilibrado e harmônico do ponto de vista da energia circulante, principalmente, no quarto onde passamos 1/3 de nossa existência. Quer ver só?
Sua cama possui estrutura de ferro? E os pés da cama estão voltados para a porta do quarto? Você mantém Tv, computador, telefone e outros eletrônicos no quarto? Se você respondeu sim para, pelo menos, uma destas perguntas é melhor dar uma conferida em algumas dicas de Dirceu Galhardi, radiestesista, consultor de Feng Shui e autor do livro “Feng Shui na Vida Atual”.
– A estrutura da cama deve ser de madeira.
– Posicionar a cabeceira da cama para o norte magnético evitando a parede da porta de entrada do ambiente bem como de posicioná-la sob uma janela ou em diagonal com um canto do quarto.
– Evitar colocar móveis em vãos centrais da parede.
- Tv, computador, telefones, rádio digital e outros eletrônicos não devem fazer parte da composição do ambiente.
– Não cultivar plantas nem tampouco manter jarros com flores no quarto durante a noite.
– Evitar espelhos aparentes.
– As luminárias devem ter luz indireta.
– Os móveis não devem ter quinas.
– Não possuir prateleiras sob a cabeceira da cama.
– Evitar revestimento de piso com ardósia ou granito marrom.
– Evitar acúmulo de livros sem serem lidos sobre os apoios de cabeceira.
Interessante né? Então que tal dar uma geral no seu quarto e ver como andam as coisas? Ainda que você não acredite e ache tudo uma grande bobagem não deixe de experimentar algumas mudanças básicas. Pelo menos só o basicão né? Afinal mal maior não vai fazer.
Para saber mais:
http://www1.uol.com.br/bemzen/ultnot/fang/ult53u201.htm
http://www.dirceugalhardi.blogspot.com/
http://www.radiestesia.com.br/
http://www.fengshuibrasil.com.br/
Tags: casa, Decoração, Dirceu Galhardi, energia, equilibrio, Feng Shui, Feng Shui na Vida Atual, fluxo energético, harmonização, Quarto, Radiestesia
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Setembro 12, 2009 por poloservicos

A pichação urbana que destrói bens públicos, fachadas e coisas belas é crime previsto em lei, mas está por toda a parte e tornou-se um pesadelo urbano. Para coibir esta prática e proteger o patrimônio o poder público e proprietários em geral já podem contar com um poderoso aliado: o Verniz Antipichação.
O verniz que nada mais é do que uma tinta sem pigmentos, quando aplicado sobre a superfície que se quer proteger possibilita a remoção de qualquer tipo de tinta seja ela spray, acrílica, óleo ou látex e pode ser usado em muros, fachadas, pisos, concreto, pedra, cerâmica, alvenaria e metal. E permite que a superfície que recebeu este sistema de tratamento, ao ser agredida por uma pichação, possa ser facilmente restaurada usando-se para isso estopa e removedor. Ou, dependendo do produto usado, sabão e água.
A utilização destes sistemas, como prevenção a está prática ilegal, reduz os custos com manutenção minimizando prejuízos, pois tem alta durabilidade, não amarela, pode ser aplicado sobre qualquer outra tinta sem alterar a cor original criando um acabamento brilhante e transparente e já vem sendo testado com sucesso em capitais como Curitiba, Porto Alegre e São Paulo.
A arte como meio de expressão sempre teve seu lugar garantido. Nas sociedades modernas ganhou releitura e um conceito mais amplo englobando a arte de rua ou Graffiti. Mas pichação feita em lugares errados, de gosto duvidoso, com o propósitos questionáveis e que não respeita o patrimônio público não se enquadra na categoria de arte.
Aliás se você tem um muro ou parede disponível que tal incentivar a arte do Graffiti contratando artistas grafiteiros para criar uma estética diferente dando colorido e personalidade para sua fachada? Pense nisso e crie um espaço único promovendo a arte e os artistas de rua.
Tags: fachada, Graffiti, monumentos, muros, paredes, pichação, restauração, tinta, verniz
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Agosto 29, 2009 por poloservicos

A escolha do piso, entre as tantas decisões necessárias sobre acabamentos, requer mais considerações, principalmente de custo. Surgindo como uma alternativa mais econômica para as mais variadas construções, o cimento queimado tem se mostrado um revestimento singular unindo praticidade, beleza e modernidade.
Totalmente repaginado o cimento queimado deixou de ser associado a casas antigas, principalmente do interior, para tornar-se a nova opção de muitos profissionais por ser econômico, clean, prático, despojado, rústico ou sofisticado e por possibilitar combinações com outros materiais como ladrilhos, cerâmicas, madeira, lajota e outros. Isso sem falar na variedade de cores e na uniformidade propiciada pelo material.
Contudo, a opção por este tipo de piso requer bastante atenção na hora da execução a fim de se evitar transtornos futuros, dores de cabeça e possíveis arrependimentos já que este tipo de revestimento tem como ponto fraco a possibilidade de aparecimento de trincas, porosidade e manchas.
Para evitar surpresas desagradáveis e para garantir durabilidade e acabamento perfeito é essencial que a execução seja feita por profissionais qualificados sobre um contrapiso bem acabado, nivelado com superfície áspera para garantir uma melhor aderência e com atenção às juntas de dilatação. A porosidade pode ser evitada se após o término da aplicação da massa do cimento queimado for usada uma desempenadeira de aço para alisar a superfície acabando com todas as bolhas de ar existentes. Já no caso das manchas recomenda-se que o pó a ser usado para queimar o piso esteja bem misturado e seco.
Está achando muito complicado? Bom a tarefa realmente não é fácil, mas se bem executada o resultado compensará. Agora é possível optar por massa de cimento queimado pronta. Há várias opções no mercado mas, embora sejam mais fáceis de aplicar, não dispensam mão de obra qualificada.
Apesar de exigir uma correta e cuidadosa execução este tipo de revestimento ganha na facilidade de manutenção. Pano úmido, sabão em pó e desinfetantes diluídos são suficiente para garantir a limpeza. E para protegê-lo o ideal é aplicar verniz, óleos hidrorrepelentes ou ceras. Sendo que a freqüência da reaplicação deverá levar em conta o tráfego de pessoas no local.
Na hora de decidir por revestimento de piso considere também esta possibilidade e se beneficie com o uso de um material despojado, de baixo custo, prático e que dá um toque diferenciado na decoração sem perder a elegância e a modernidade.
Para saber mais: http://www.abcp.org.br/home.shtml
Tags: acabamento, assoalho, casa, cimento, cimento queimado, contrapiso, lage, piso, Revestimento
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Agosto 22, 2009 por poloservicos
Muitos são os materiais disponíveis para uso na construção civil com tradição de anos, mas ganhando cada dia mais espaço, por sua versatilidade e qualidades, o acrílico vem se destacando como um material ímpar.

Kunsthaus Art Museum
Movimentando milhões no exterior na área da construção civil o uso do acrílico, no Brasil, ainda não chegou a atingir grandes proporções, mas pouco a pouco vem mostrando que além da decoração, da comunicação visual e da construção de móveis ele também pode ser utilizado em: coberturas, domos, divisórias, fachadas e guarda-corpos, com ótimo desempenho e a custos menores já que em comparação ao policarbonato, por exemplo, é aproximadamente 30% mais barato.

Ithara Undersea Restaurant
A principal característica do acrílico é a transparência e entre os outros materiais plásticos é o que apresenta maior resistência aos raios solares proporcionando um melhor desempenho com relação a rachaduras e ao amarelecimento provocado pela ação dos raios ultravioletas conferindo, assim, alta durabilidade ao produto.

Mas isso não é tudo. O acrílico possui ampla gama de cores, é moldável em diferentes formas, é resistente a intempéries, a impactos e a abrasão; é leve, tem boa resistência química; na quebra não se fragmenta; é 100 % reciclável; pode ser cortado, dobrado, colado e ainda receber gravação ou impressão.
Com tantas qualidades, é claro que a manutenção também não é complicada. Um pano macio e sabão neutro são suficientes para limpá-lo. E caso apareçam manchas e riscos, o brilho pode ser recuperado com polimento bastando para isso usar cera apropriada e pano macio.

Com o intuito de difundir conhecimento, dar maior visibilidade ao produto e potencializar sua utilização, este mês acontece à primeira edição do Salão do acrílico que está aberto ao público em geral. Aproveite a oportunidade para ampliar seus conhecimentos e conferir tendências deixando-se surpreender pelo potencial deste moderno, prático e versátil produto.
Para saber mais:
http://www.indac.org.br
Tags: acrílico, Arquitetura, contrução civil, Decoração, materiais, Salão do Acrílico
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