Pensar uma casa é pensar um todo que vai do teto ao piso. E nesta composição um bom revestimento é ponto de partida para a criação de ambientes agradáveis e convidativos. Mas, como fazer a escolha certa em meio a tantas opções?
Para não errar, o ideal é estabelecer critérios. Definindo o ambiente que receberá o revestimento e o uso destinado a ele, estabeleceremos a circulação do local. Com isso, automaticamente, surgirão questões como: durabilidade, facilidade de limpeza/manutenção, segurança, oferta do produto no mercado, custo/durabilidade e estética.
Definida a primeira parte vamos identificar os tipos de revestimentos classificados como frios e mais indicados para regiões mais quentes ou ambientes que recebem sol o ano inteiro:
Mármore, sinônimo de sofisticação e nobreza. É durável, resistente a impactos e indicado para ambientes internos sem tráfego intenso; A durabilidade depende da porosidade e da correta manutenção.
Granito, resistente, impermeável e flexível. Permite várias paginações e é usado, também, para cobrir bancadas;
Porcelanato, prático, elegante, durável e indicado para áreas de tráfego intenso;
Cerâmicas, beleza que vem do barro, oferece fácil manutenção e baixo custo;
Pastilhas, irreverência e descontração proporcionada por infinitas combinações e possibilidades. São apresentadas em vários tamanhos e podem ser confeccionadas em vidro, cerâmica ou coco.
Pedras, remetem a natureza e são mais utilizadas nas áreas externas. Nos espaços públicos costumam aparecer em ruas, calçadas e passeios. E nas residências em varandas, pátios, paredes, fachadas ou em espaços rústicos. Possuem grande resistência e enorme variedade de padrões. As mais utilizadas são: Ardósia, Miracema, Arenito, Seixo, São Tomé, Mineira, Goiás, Itacolomi e Quartzito. As cinco últimas, como não propagam calor, são mais indicadas para áreas de lazer e borda de piscina. E o Seixo é inadequado para piso externo porque compromete a estabilidade mas, vai bem em jardins, muros e ornamentação de paredes.
Ainda nesta categoria aparecem o cimento queimado que exige contra-piso adequado e juntas de dilatação a cada 2m no máximo e o tijolo específico para piso conhecido como plaqueta que tem a face superior polida.
Porém, se a idéia for criar um ambiente mais aconchegante e acolhedor que passe a sensação de calor, a madeira e suas várias opções estéticas é o ideal. Atualmente beneficiada por tratamentos especiais de fábrica, dispensa a aplicação de ceras.
Analise as vantagens e desvantagens de cada produto dentro dos critérios propostos. Não esquecendo que caso seja morador de um condomínio de edifícios, ao se decidir pelo piso frio, os móveis deverão receber uma proteção para que ao serem arrastados o ruído não cause incômodo aos outros moradores já que este tipo de piso tende a amplificar o som. E que pedras porosas não são uma boa opção para ambientes que ficarão expostos a intempéries.
Tags: cerâmica, granito, laminados, madeira, mármore, pastilhas, piso, porcelanato, Revestimento

Maio 21, 2008 às 3:23 pm |
Parabens, boa matéria.
Eu só acrescentaria a esta matéria além de olhar os critérios mencionados, juntar referências de quem já optou por determinado revestimento. Sou produtor de Pedras Quartzito Goiás e constantemente vejo pessoas decepcionadas com as mais variadas escolhas. veja mais sobre meu produto no site Pedras de revestimento Smarta. http://www.smarta.com.br
Maio 27, 2008 às 1:52 am |
Obrigada pela sugestão. As experiências nos impactam de formas distintas mas é sempre bom ter uma referência apartir dos olhos do outro. Magda Palma
Setembro 2, 2008 às 8:06 am |
eu gostaria de ver aqui uma matéria técnica de: como assentar os variados tipos de materiais de revestimentos de pisos de pedras.
Setembro 4, 2008 às 9:36 am |
Agradecemos a sugestão. Porém, o assentamento de piso é uma tarefa técnica que requer uma abordagem ampla e aprofundada e que deve ser executada por um profissional capacitado para que não ocorram problemas futuros. Adalberto de Castro